Fique Sabendo

Viver em um espaço urbano mais verde torna as pessoas mais felizes

Uma pesquisa britânica mostra, pela primeira vez, que o espaço verde parece melhorar a saúde mental de uma forma sustentada. O estudo foi publicado na revista ACS Environmental Science & Technology.

O pesquisador Mathew P. White e seus colegas observam que o bem- estar mental é um importante problema de saúde pública, pois o transtorno depressivo é a principal causa de incapacidade nos países de alta ou média renda. Algumas pesquisas sugerem que parte da culpa por essa infelicidade reside no aumento da urbanização — quase 80% da população de regiões mais desenvolvidas vive em ambientes urbanos, que tendem a ter pouco espaço para a natureza.

Outros estudos já sugerem uma ligação entre felicidade e espaço verde, mas nenhuma pesquisa havia estabelecido de forma convicente a causa e o efeito da natureza sobre o bem-estar ao longo do tempo. Para ajudar a preencher essa lacuna , a equipe de White decidiu investigar a questão.

 

Emissões de carbono ameaçam planos de Copa verde no Brasil

A quantidade de emissões de gases do efeito estufa durante a competição em 2014 pode prejudicar os planos brasileiros de realizar uma Copa sustentável – promessa assumida quando fora escolhido como anfitrião. O País tem avançado em diversos pontos, como a certificação ambiental dos estádios, mas pode finalizar o evento com uma conta alta de C02 por neutralizar.

As grandes distâncias entre as cidades-sede e a dependência do transporte rodoviário e aéreo, mais poluentes, são um grande desafio para o País. Daniel Bleher, pesquisador da consultoria Öko Institut, responsável pelo projeto ambiental de gestão de emissões da Copa do Mundo de 2006 na Alemanha, afirma que é difícil comparar os dois países. “O Brasil é muito maior e não tem uma rede de transporte ferroviário desenvolvido. Por isso não tenho certeza se será uma Copa muito sustentável”, explica.

O governo brasileiro ainda não possui uma estimativa oficial de quanto será emitido durante o evento. Neste momento, preparam o inventário final da Copa das Confederações, que deve ser entregue ainda em novembro. Um estudo preliminar do governo de Minas Gerais aponta que um total de 804 mil toneladas de C02 equivalente serão geradas com a Copa apenas no Estado. Na Alemanha, foram contabilizadas 92 mil toneladas, emitidas durante todo o evento.

 

Ciclo de vida dos produtos pode amenizar os Impactos Ambientais

Empresas aderem a iniciativa em defesa da sustentabilidade

Já pensou no impacto de um produto para o planeta? A partir do lançamento da Rede Empresarial Brasileira de Avaliação de Ciclo de Vida, os consumidores poderão conhecer quais são os impactos ambientais de todas as etapas do processo produtivo. Esse conhecimento permitirá que o consumidor faça escolhas mais conscientes e que as empresas tomem decisões para melhorar os processos, produtos e serviços.

A avaliação de ciclo de vida permite verificar a quantificação das cargas ambientais e a ponderação dos impactos positivos e negativos que um produto, sistema ou processo tem no meio ambiente. A análise envolve todas as etapas do processo produtivo, desde a matéria-prima ao pós-consumo, chegando à destinação final dos resíduos.

Para a secretária de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, Mariana Meirelles, a avaliação é essencial para que o consumidor possa fazer escolhas inteligentes. Mariana, que participou do evento inaugural da Rede nesta quarta-feira (30/10), em São Paulo, também reforçou a importância da avaliação do ciclo de vida dos produtos para orientação das compras governamentais para que, de fato, sejam mais sustentáveis.

EMPRESAS

A iniciativa é uma parceria de nove grandes empresas, juntamente com o Instituto Akatu e a Associação Brasileira de Ciclo de Vida (ABCV). Braskem, Danone, Embraer, GE, Grupo Boticário, Natura, Odebrecht, Oxiteno e Tetra Pak são exemplos de empresas que já aderiram à iniciativa, aberta a todas as companhias interessadas em debater o tema.

 

Brasil fará 1º leilão de energia solar em novembro; Bahia lidera oferta

O Brasil fará seu primeiro leilão público de energia solar no dia 18 de novembro, com 119 projetos, distribuídos em nove estados, sendo 109 fotovoltaicos, para a produção de energia elétrica com base em painéis conversores, e 10 heliotérmicos, que aproveitam a energia térmica da luz solar para a produção de eletricidade. O leilão é do tipo A3, que prevê a entrega da energia em até três anos após a oferta. O maior número de projetos ofertados está na Bahia, com 72 fotovoltaicos, o que totaliza 1.754 MW, e oito heliotérmicos, com 240 MW. Em segundo lugar, aparece Minas Gerais, com 11 projetos fotovoltaicos, correspondentes a 325 MW. Logo em seguida, está a Paraíba, com nove projetos fotovoltaicos (254 MW) e dois projetos heliotérmicos (50 MW). Além de fontes solares, o leilão também receberá ofertas de outras fontes energéticas, em um total de 784 projetos, correspondentes a 19.413 MW. O destaque fica com a energia eólica, que aproveita a força dos ventos para a geração de eletricidade, com 629 projetos e 15.042 MW. O estado com o maior número de projetos eólicos também é a Bahia, com 199, com um volume 4.728 MW.

 

 

 

Trânsito caótico e poluição do ar matam milhões por ano nas metrópoles mundiais

A vida nas grandes cidades lentamente transforma pessoas saudáveis em doentes crônicos. Um dos maiores vilões da saúde nas metrópoles mundiais é a poluição, gerada em grande parte pela frota de veículos exagerada e pelo transporte público deficiente. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos, cerca de 6 milhões de pessoas no mundo perdem suas vidas por causa da poluição do ar.

A entidade estuda os efeitos da falta de mobilidade urbana sobre a saúde há pelo menos 15 anos. Neste período, constatou que outras milhares de pessoas desenvolvem doenças crônicas degenerativas causadas pelo estilo de vida nas metrópoles: elas matam em longo prazo ou debilitam a saúde, deixando uma multidão de indivíduos produtivos incapazes de desenvolverem suas atividades.

 

Lutar pelo Meio Ambiente não é prioridade dos jovens brasileiros, diz pesquisa

Um estudo produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o combate às mudanças climáticas aparece no fim da lista das prioridades dos jovens brasileiros que têm entre 19 e 25 anos. O documento foi divulgado no final de julho deste ano, levando em consideração as manifestações que recentemente se espalharam por todo o Brasil.

De acordo com a pesquisa, a preocupação com as mudanças climáticas é prioridade apenas para 7,3% dos jovens brasileiros. Os dados compilados pelo Ipea analisaram mais de onze mil pessoas, concluindo que a luta por educação de qualidade aparece no primeiro lugar das prioridades destas pessoas, respondendo a pouco mais de 85% das intenções.

 

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